Westworld [1ª temporada, 2016]

Westworld é uma série desenvolvida por Jonathan Nolan e Lisa Joy, transmitida pela HBO em outubro de 2016. A série é baseada no filme homónimo de 1973, foi escrito e dirigido por  Michael Crichton.

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A história passa-se num futuro tecnologicamente avançado e é centrada em Westworld, um parque temático que simula o Velho Oeste e é povoado por androides sintéticos – os “anfitriões”, programados pelo diretor executivo do parque, o Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins), para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Os “hosts” satisfazem os desejos dos ricos visitantes do parque (apelidados “newcomers” pelos anfitriões e de “hóspedes” pela gerência do parque). Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis.

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Você alguma vez questionou a natureza da sua existência? – Destinado à Dolores (Evan Rachel Wood) o questionamento retorna algumas vezes durante a série. E é esta pergunta que vem à mente quando Felix (Leonardo Nam), percebe que se julgava ser humano mas não é.  Que há uma pergunta que não é suposto fazer.
Para quem começa a ver, sem fazer ideia, percebe que a natureza da existência, humana ou robótica, está no centro da narrativa. Ativo há mais de 30 anos, o parque funciona porque os hóspedes sabem que os anfitriões não são reais Mas estes não… O parque é uma coisa para os anfitriões, outra para os recém-chegados e outra para a gestão do parque.

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É suposto que os anfitriões sigam o «script with minor improvisations». Quando alguns começam a apresentar “defeitos”, tornam-se um risco para os visitantes. Os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial se desenvolve – quando passam de «misbehave», por causa das «reveries» e dos «mistakes», para a iniciativa inesperada.

No episódio inicial – The Original – acompanhamos o cowboy Teddy (James Marsden) e Dolores (Evan Rachel Wood). Ambos são máquinas, participantes de uma narrativa que ocasiona a morte dos pais de Dolores e dos dois no confronto com bandidos.

ww3-1 Quando, no reinício da narrativa, o pai de Dolores, Peter (Louis Herthum), encontra uma fotografia do futuro, ele começa a apresentar problemas e é retirado do parque para avaliação do técnico Bernard (Jeffrey Wright). “He’s off script” e cita Shakespeare. Sabemos que algo não está bem e que Dolores Abernathy é a mais antiga host do parque.

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E partimos para o 2º episódio com mais atenção aos detalhes… “All you do is making choices!”

  • “are you real?
  •   if you can’t tell, does it matter?”

William (Jimmi Simpson) chegou ao parque com um amigo, Logan (Ben Barnes). E vamos acompanhá-los, e ao homem de negro (Ed Harris), que procura a chave para sair do labirinto. E a gestão do parque. E os anfitriões, nas cenas quotidianas. E as memórias de Mavie (Thandie Newton), os diálogos entre os anfitriões e Bernard, entre Bernard e Robert,  entre Bernard e Virginia (Sidse Babett Knudsen)

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E mais não digo….

A HBO renovou a série para uma segunda temporada, prevista para 2018.

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Orphan Black [2013-2016] 4 temporadas

Orphan Black é uma série de televisão canadense de ficção científica, criada por Graeme Manson e John Fawcett.

Tatiana Maslany representa várias pessoas idênticas que são clones – Sarah, Beth, Cosima, Alison e a alemã. Todas iguais, fisicamente; todas diferentes, na vida, nos interesses, no passado.

A série centra-se em Sarah Manning, uma mulher que assume a identidade de outro clone, Elizabeth Childs, depois de testemunhar o seu suicídio.

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Depois dos primeiros episódios, fica-se «viciado» no desenvolvimento da história e das várias clones existentes, enquanto vamos acompanhando o desenvolvimento das narrativas do passado. Algumas personagens são realmente notáveis, a começar em Felix (Jordan Gavaris), meio-irmão de Sarah Manning; Donnie (Kristian Bruun), o marido de ; Paul (Dylan Bruce), o namorado de Elizabeth; Arth (Kevin Hanchard) o polícia parceiro de Beth; Siobahn (Maria Doyle Kennedy), a mãe adotiva de Sarrah e Felix…

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A série levanta questões sobre as implicações morais e éticas da clonagem humana e seus efeitos sobre questões de identidade pessoal.

Produzida pela Temple Street Productions, em associação com a BBC America e o canal Space, estreou em 2013, no Space no Canadá e na BBC America nos Estados Unidos. Orphan Black foi renovada para a quinta e última temporada em 2017. Estou à espera…

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The Expanse, 2ª temporada [2017]

Miller e a tripulação da Rocinante liderada por Holden encontram-se no meio da disputa entre Terra, Marte e o Cinturão de Asteróides pelo controle do Sistema Solar, enquanto a ameaça imposta pela conspiração que liberou a protomolécula em Eros continua a crescer.

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O canal SyFy encomendou treze novos episódios, que estão a ser exibidos no primeiro trimestre de 2017. Adaptação de Mark Fergus e Hawk Ostby da obra de James S. A. Corey, Leviathan Wakes.

Novas personagens entram, as da primeira temporada consolidam-se.

 

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Logan [2017]

Logan é um filme com base no personagem da Marvel Comics, Wolverine, o décimo da série de filmes dos X-Men. Inspirado em Old Man Logan de Mark Millar. Dirigido por James Mangold, o filme tem no elenco Hugh Jackman, Dafne Keen, Patrick Stewart, Richard E. Grant, Boyd Holbrook, e Stephen Merchant. Marca a ultima aparição de Jackman como Wolverine, e de Patrick Stewart como Professor Xavier.

Após o epilogo de X-Men: Days of Future Past, a população mutante diminuiu e os X-Men debandaram. Em 2029, Logan (Hugh Jackman) ganha a vida como motorista para cuidar do nonagenário Charles Xavier (Patrick Stewart). Debilitado fisicamente e esgotado emocionalmente, é procurado por Gabriela (Elizabeth Rodriguez), uma mexicana que precisa da ajuda do ex-X-Men para defender a pequena Laura Kinney / X-23 (Dafne Keen) e levá-la à fronteira do Canadá. Ao mesmo tempo que se recusa a voltar à ação, Logan é perseguido pelo mercenário Donald Pierce (Boyd Holbrook), interessado na menina.

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Os heróis envelheceram – Logan quase não consegue curar-se, Xavier é um idoso que toma comprimidos para inibir o funcionamento do seu cérebro. Laura possui um extraordinário poder de luta, parecido com o de Wolverine. Que combinou ponto de encontro com os amigos, perto da frontera. Um grupo de crianças que fugiu da mesma «fábrica» de Laura.

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Entre os críticos da exibição, salientamos:

Chris Nashawaty (Entertainment Weekly): Logan é essencialmente um road movie [filmes sobre viagens na estrada], mas mais sombrio e comprido. Mais do que nunca, o Wolverine de Jackman parece estar em uma encruzilhada existencial e ele não é exatamente um barril de risos. Não há muita esperança no filme. As apostas não são grandiosas, ninguém está salvando o mundo. Eles estão salvando apenas esta pequena – e violenta – criança. Como os dons mutantes de Laura são tão parecidos aos de Logan, há uma melancolia em seu relacionamento. Ela é a filha que ele nunca se permitiu o suficiente para ter. O viajante solitário precisa aprender a colocar outra pessoa em primeiro lugar“.

Sheri Linden (The Hollywood Reporter): Mesmo quando a energia do filme se esvazia no final, bem como os poderes de cura de Logan, e muito depois que as cenas de luta ficaram exageradas, Jackman torna seu super-herói o verdadeiro negócio. O ator, que supostamente concebeu o impulso básico da história, leva o conflito entre Logan/Wolverine a profundidades cheias de sangue, e o resultado é um filme muito mais coeso e emocionante do que o anterior“.

Owen Gleiberman (Variety): Nenhum filme dos X-Men será ótimo (o material é muito derivado), mas Jackman, embora ele seja o Superman do grupo, foi mais fundo na alienação do que qualquer outro mutante na série. O final de Logan é genuinamente tocante, já que Jackman permite que você sinta a força e a dor do personagem e, finalmente, sua libertação“.

Kevin Jagernauth (Playlist): Desprendidos de qualquer obrigação de se conectar a um universo expandido, Mangold e Jackman finalmente criaram um filme de Wolverine que segue sua narrativa até os seus fins orgânicos. A franquia X-Men sempre passou a mensagem de que não tem problema em ser diferente e abraçar as mesmas coisas que o fazem ser diferente. Levou muito tempo, mas os cineastas finalmente seguiram esse conselho, o que resultou em Logan, um filme de Wolverine que bate bravamente em seu coração“.

Matt Singer (ScreenCrush): O ímpeto de Logan definitivamente se inclina para o final, mas há alguns toques agradáveis também (incluindo uma cena final que é absolutamente perfeita). Houve alguns filmes de super-heróis com classificação alta ao longo dos anos, mas Logan pode ser o primeiro que não usa simplesmente uma classificação de adulto para afogar o espectador em ‘conteúdo adulto’; É uma consideração madura das ideias subjacentes a seus motivos dos quadrinhos. Também é facilmente o melhor filme de Wolverine dos três, e uma impressionante despedida para a versão de Jackman do personagem”.

Matt Goldberg (Collider): Logan é um filme único. Não é uma mudança de jogo para a franquia X-Men ou o género super-herói como um todo. Realmente, só poderia ser feito com Jackman atuando e com a autoridade dada a Mangold para apresentar uma visão clara, intransigente do personagem. O resultado é um filme que tem algumas falhas (como a maioria dos filmes X-Men, é um pouco longo demais), mas, em geral, Logan dá uma despedida digna a Jackman e ao personagem que ele definiu para uma geração”.

Alonso Duralde (The Wrap): É uma jornada que já vimos antes, mas Mangold a torna divertida (e um pouco longa). Talvez seja apenas a novidade, mas que a violência explícita e linguagem salgada (Professor Xavier acaba por ser bastante boca-suja também) adiciona um toque diferente muito necessário para a sub-franquia Wolverine“.

 

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Sense 8 [2015]

A história foi escrita pelos Irmãos Wachoswski (The Matrix) e J. Michael Straczynski (Babylon 5, Moonshadow), na proposta de contar oito histórias simultâneas e entrelaçadas, sem nos perdermos.

Muitas sombras, uma igreja em ruínas, um colchão velho, uma mulher em dores de parto, um confronto psicológico e um tiro. Esses são os elementos que dão o pontapé de saída em Sense8, antes das legendas de início. Conhecemos primeiro Will Gorski (Brian J. Smith), policia de Chicago que acorda a meio da noite ouvindo música eletrónica. O som vem de uma apresentação de Riley Blue (Tuppence Middleton), uma DJ que mora em Londres . O clima muda para uma cena onde um homem invade uma igreja e ameaça “explodir os miolos” de um padre –  Lito Rodriguez (Miguel Ángel Silvestre ) é um ator de filmes de ação que mora na Cidade do México. Em seguida, conhecemos Sun Bak (Doona Bae), a vice-presidente e diretora financeira da companhia do seu pai, maltratada por ser mulher, em Seoul, na Coréia do Sul. A próxima a ser revelada é Kala Dandekar (Tina Desae), uma farmacêutica indiana que está prestes a casar com o filho do dono da indústria em que ela trabalha, em Mumbai (Índia), que aparece a procurar um guarda-chuva enquanto ouvimos o som das gotas caindo, mas o pai revela que não há chuva alguma. A chuva é real, em Berlim, onde Wolfgang Bogdanow (Max Riemelt) participa do enterro do avô. Na reunião de família no funeral, percebemos a rixa que há entre Wolfgang e o primo. Passamos para Nairobi e conhecemos Capheus “van Damme” (Aml Ameen),  que tem a mãe doente mas é alegre e sai de casa com um sorriso nos lábios, para conduzir o Bat-Van, uma carrinha com “Van Damme” estampado. E por fim, vamos para São Francisco, onde a hacker transsexual Nomi Marks (Jamie Clayton) celebra o Orgulho gay com a namorada.

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Oito desconhecidos: Will Gorski, Riley Blue, Capheus “Van Damme”, Sun Bak, Lito Rodriguez, Kala Dandekar, Wolfgang Bogdanow e Nomi Marks, de culturas diferentes, que num certo momento comungam da visão da morte violenta de uma mulher chamada Angelica. A partir daí, descobrem que estão ligados uns aos outros, mental e emocionalmente, sendo capazes de comunicar, sentir e ter o conhecimento, linguagem e habilidades dos outros. A quem tem esse tipo de dom é dado o nome de Sensate.Enquanto tentam descobrir como e porque é que esta ligação aconteceu e o que isso significa, um misterioso homem chamado Jonas tenta ajudar os oito (tinhamo-lo visto no início, com Angelica, antes desta se matar). E outro estranho chamado Whispers (Terrence Mann) tenta caçá-los, usando o mesmo poder “sensate”, e lidera uma organização determinada a neutralizar ou matar sensates.

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Os oito sensates

Capheus “Van Damme”, um compassivo motorista de van, que vive em Nairóbi no Quénia; possui um forte senso de justiça, e tenta desesperadamente ganhar dinheiro para comprar remédios para a mãe soropositiva. Começa por se relacionar com Sun.

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Sun Bak, economista formada e filha de um poderoso empresário de Seul; ela não tem o reconhecimento do pai pelo fato de ser mulher, além de ser uma lutadora em ascensão do mundo das lutas noturnas de Seul. Presa, assumindo as culpas do irmão, continua na prisão toda a temporada, pois o pai foi assassinado quando se preparava para a ilibar.

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Nomi Marks, uma mulher transexual, lésbica, ativista política e hacker que luta pelos direitos LGBT, vive em San Francisco; também conhecemos a namorada, Amanita; e é com Lito que ela conversa, num museu, sobre escolhas e erros.

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Kala Dandekar, uma cientista farmacêutica com grande futuro pela frente, que vive em Mumbai; hindu devota e prometida a Rajan, para casar com um homem que não ama mas que o pai aprecia; a sua relação é mais forte com Wolfgang.

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Riley Blue (ou Gunnarsdóttir), uma DJ islandesa com um passado conturbado que a fez fugir da Islândia para Londres; e regressa à Islândia para ouvir o pai tocar piano. O sensate inicial é Will, o polícia, que vai à Islândia resgatá-la da OPM.

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Wolfgang Bogdanow, um chaveiro de Berlim, que foi criado no crime organizado; hábil arrombador de cofres que tem questões não resolvidas com o falecido pai e todos os que o cercavam. Não obstante o amor por Kala, afasta-se por se considerar um monstro.

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Lito Rodriguez, que mantém em segredo o facto de ser homossexual; de ascendência espanhola e trabalha como ator em filmes e telenovelas na Cidade do México, sendo visto como galã pelas mulheres e escondendo o romance com Hernando Fuentes; no que é ajudado por Daniela, Dani, até tomar uma decisão diferente;

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Will Gorski, um polícia de Chicago assombrado por um assassinato não solucionado que presenciou durante a infância, com um parceiro tolerante, que o apoio, ainda que não se explique como é que ele sabe oq ue sabe ou com quem fala quando fala sozinho;

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Cada episódio reflete os pontos de vista dos personagens que interagem uns com os outros enquanto aprofundam as suas origens, diferenças e as experiências passadas que possam uni-los.

Têm gente em volta, o colega polícia, a namorada, o namorado,  o pai, o irmão, a mãe. E percebem que comunicam à distância, primeiro Will e Riley, no final do 1º espisódio. Depois, Capheus no cenário de Nomi, Kala no cenário de Wolfgang.

A «travessia» pelos costumes, pelos estilos de vida, pelas emoções, faz a série valer desde o início.A música e danças indianas cruzadas com o «acting» público de sucesso e segredos pessoais, o desejo súbito de comida indiana num alemão, ouvir bater a portas noutra porta de um dos oito, etc, etc muitos detalhes que os ligam uns aos outros e ligam que os vê 🙂 Sentem o que os outros sensates sentem, o que pode ser deveras embaraçoso ou esfuziante.

Sreason 1, 12 episódios. Um episódio extra de natal e ….aguardemos a season 2.

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Containment [2016]

Containment é uma série de televisão dramática norte-americana baseada na série de televisão belga Cordon.A série estreou em 19 de abril de 2016.

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Trata-se do início de uma epidemia que atinge Atlanta, levando a cidade para a quarentena e aqueles que estão presos nela a lutar pelas suas vidas.

Julie Plec é a produtora executiva, juntamente com David Nutter, além de contar com Paul Karasick como diretor.

A série é protagonizada por David Gyasi que interpreta o major Alex Carnahan, mais conhecido como Lex, responsável por patrulhar a quarentena e a área onde está a namorada,  Jana (Christina Mose).O seu amigo, polícia, ficou do lado de dentro, Jake Riley – Chris Wood.A professora que tinha levado uma turma de crianças em visita de estudo ao hospital – Kristen Gutoskie, como Katie Frank. A adolescente grávida, que ia sair mas ficou retida e se esconde no armazém da mãe, Hanna Mangan-Lawrence interpreta Teresa. O jornalista, Trevor St. John, como Leo Green, que está do lado de fora, com apoios do lado de dentro.

Dois amigos, um de cada lado; namorados, um de cada lado; amigos a morrer, a ameaça e o medo assim como a selvajaria a crescer na parte fechada da cidade em quarentena. O 911 deixa de responder, a internet deixa de existir  – porque as notícias veiculadas de dentro por um jornalista (Leo Green) não combinam com as fontes oficiais. A ameaça do vírus, que é mortal; o pânico também é epidémico e mortal.

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Travelers [2016]

Centenas de anos no futuro, os humanos descobriram como enviar a consciência humana de volta no tempo, para dentro de pessoas que vivem no século XXI. coincidindo com a hora estimada de morte.Esses viajantes assumem os corpos e as vidas de outras pessoas, enquanto tentam salvar a humanidade de um futuro terrível.

Não deixa de ser curioso um viajante chegar e ter de encontrar razões para não saber detalhes da sua vida (concussão, amnésia, etc…) ou encontrar um vício que não se sabia que o host tinha.

Parece complicado, mas não é, os viajantes (travelers), viajam com as suas consciências no tempo e assumem o corpo de pessoas no momento das suas mortes, aqui no século XXI. Depois disso, eles assumem a vida da pessoa, com base em informações que recolheram das redes sociais. Mas assim que o viajante assume a vida o seu hospedeiro fica cada vez mais claro que as informações não são suficientes para que eles executem as suas missões ao mesmo tempo em que se fazem passar por outras pessoas.

Há bastante séries com a ideia de viagem no tempo, basta lembrar de 12 Monkeys (Syfy), 11.22.63 (Hulu),  Timeless (NBC) e Frequency (CW). Travelers é diferente porque não existem máquinas ou objetos que façam a viagem; depois, por não permitir a visualização ou o conhecimento da realidade futura de onde se parte. Apenas sabemos que o destino não será positivo pois o que move os travelers é o interesse em mudar o curso do passado.

O piloto da série é simples e apresenta os personagens, e, mais especificamente, a chegada da consciência das pessoas do futuro nos corpos hospedeiros da atualidade. Sim, uma das particularidades da série é que os viajantes não chegam com um corpo físico e nem é mostrado de onde eles vieram, sendo apenas sugerida a chegada. A maneira utilizada para isso foi simples e funcionou, é exibido um cronómetro decrescente, em que zero é a hora da morte de cada hospedeiro. No momento zero, o viajante chega, e o tempo começa a contar de forma crescente, sempre que o cronómetro aparece pela primeira vez sabemos que algo fatal está prestes a acontecer.

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A série foi idealizada e escrita por Brad Wright que é co-criador da antiga série Stargate SG-1 e conta com Erick  McCormack, MacKenzie Porter, Nesta Cooper, Jared Abrahamson e Reily Dolman nos papéis principais.

A equipa tem cinco personagens, cada uma com uma finalidade e um conjunto de habilidades especiais.

Erick  McCormack é Grant MacLaren, o líder do grupo, agente do FBI, casado e amigo do seu parceiro do FBI (que vem do futuro com uma relação com Marcy). 1 uvJqF4RmUyflks2U4LzqnA.jpegnetflix-travelers-drama.jpg

MacKenzie Porter é Marcy Warton, a médica da equipa mas que assume a vida de uma mulher com atraso mental, que trabalha como empregada de limpeza numa biblioteca (houve um erro na análise do perfil em redes sociais, pois era fictício, criado como parte do processo de reabilitação).

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Nesta Cooper é Carly Shannon, a agente de campo que assume a personagem de uma mulher vítima de um relacionamento conturbado com um polícia, e que tem um bebé.

Jared Abrahamson é Trevor Holden, um estudante de 17 anos, que era estudante de futebol, candidato a estrela, mas sofre uma concussão em campo.

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Reily Dolman é Philip Pearson, é o historiador da equipa, e assume o corpo de um jovem viciado em heroína. Arranja dinheiro rapidamente porque sabe que cavalos vão ganhar nas corridas…

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Muito melhor do que parecia. E eu à espera da segunda temporada…

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